‘Não tem um dia que eu saia na rua e uma sapatão não me abrace’, diz Linzmeyer

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Bruna Linzmeyer conta que assumir romances com mulheres fez homossexuais se aproximarem mais dela. “A gente pertence à mesma coisa, tem as mesmas ideias. Não tem um dia que eu saia na rua e uma sapatão não me abrace e venha me agradecer”, conta a atriz. Ela diz que esse apoio é mútuo, natural e que se sente honrada a cada abordagem.

Aos 25 anos, Bruna afirma que não se intimida com perguntas sobre seu namoro com Priscila Visman porque entende que faz parte da curiosidade que a sua profissão gera. “É normal porque estamos falando de amor e falar de amor é sempre bom, não é?”, provoca.

Ela volta ao horário nobre a partir de segunda-feira (12), na pele da sensual Lourdes Maria em Sétimo Guardião, e também está lançando o filme O Grande Circo Místico, selecionado para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2019 de melhor filme estrangeiro. A estreia da produção é dia 15.

No longa de Cacá Diegues, ela é Beatriz, a personagem que inicia uma jornada trágica de uma família circense. Bruna fez malabarismo e contorcionismo para o papel. “Fiz ioga seis meses todos os dias para me preparar para a contorção e carrego para a vida o que aprendi.”

Outro filme com a atriz estreará no Mix Brasil, festival sobre a cultura da diversidade sexual que começa dia 15 em São Paulo. Em O Que Resta, da diretora Fernanda Teixeira, ela interpreta uma bissexual. Na produção, todas as personagens ficam tanto com homens quanto com mulheres.

Para a atriz, os três trabalhos fazem parte de uma constante busca dela pelo diferente. “É uma questão de sobrevivência e prazer. Tenho muito prazer também em fazer novela. Amo o que novela significa e o alcance que ela tem. É um exercício eterno para a gente que atua.”

Escolhida para a novela de Aguinaldo Silva, segundo o próprio autor, por ser visceral, a atriz afirma que o elogio é bom, mas é também o resultado de suas entregas. “Gosto de brincar de ser outra pessoa. Sou bicho de set, gosto muito disso”, diz.

Em O Sétimo Guardião, Lourdes Maria tem uma sensualidade inconsequente, uma coisa bem diferente do que Bruna fez em A força do querer no ano passado. Aliás, o convite para o trabalho atual foi feito pelo diretor artístico Rogério Gomes, o Papinha, que esteve à frente da trama de Gloria Perez e também é o responsável pela substituta de Segundo Sol.

“Ela tem uma impulsividade, tem características adolescentes. O que vamos brincar na trama é ela atazanando as pessoas, debochando da idiossincrasia da cidade pequena, de todo mundo fazendo fofoca. Ela brinca, mas sofre com tudo isso também”, adianta a atriz.

Fonte: Noticias da TV (Leia o artigo completo)

Mexerico

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